WPC 2006

World Press Cartoon 2006

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  • 1st prize - Angel Boligán Corbo

    Grand Prix

    The Deceit

    México

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  • 1st prize - Angel Boligán Corbo

    Gag

    The Deceit

    México

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  • 2st prize - Valentin Druzhinin

    Gag

    Untitled

    Russia

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  • 3st prize - Michael Kountouris

    Gag

    Untitled

    Grécia

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  • 1st prize - Eduardo Baptistão

    Caricature

    Pope Benedict XVII

    Brasil

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  • 2st prize - André Carrilho

    Caricature

    Berlusconi

    Porutgal

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  • 3st prize - Dalcio Machado

    Caricature

    Lennon

    Brasil

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  • 1st prize - Alfredo Sábat

    Editorial

    Silent Tsunami

    Uruguai

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  • 2st prize - Willem

    Editorial

    untitled

    Países Baixos (Holanda)

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  • 3st prize - Tom Janssen

    Editorial

    Subway to Paradise

    Países Baixos (Holanda)

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  • António Antunes

    QUALIDADE E RIGOR “Tal como aconteceu em 2005, procurámos formar um júri de sensibilidades variadas, combinando cartoonistas e outros profissionais de imprensa com forte relação com o desenho de humor. Adoptámos novas metodologias de selecção e votação, fruto da experiência da edição anterior. Introduzimos no regulamento a possibilidade de entrada de 2 desenhos por categoria e o número de desenhos seleccionados reflecte esta decisão. Tendo mais desenhos a concurso e em exposição, registamos também uma evolução positiva na qualidade média dos trabalhos, facto que muito nos satisfaz. Fomos rigorosos na aplicação do regulamento e só levámos a concurso quem o cumpriu. Podemos com essa atitude de rigor gerar alguma incompreensão dos autores, mas esperamos que ela seja transitória. Acreditamos que os limites e condições que impomos no regulamento são factores decisivos para consolidar o World Press Cartoon.”

    António Antunes iniciou-se no cartoonismo no jornal diário lisboeta “República” em 1974, o mesmo ano em que ingressou no semanário “Expresso” onde ainda hoje publica os seus cartoons. Colabora também com o semanário francês “Courrier International” e é distribuído nos Estados Unidos por uma agência internacional. Em 1983 ganhou o Grande Prémio no “XX International Salon of Cartoons - Montreal, Canadá e em 1986 venceu o 1º Prémio de Cartoon Editorial de mesmo Salão. Entre outras distinções, recebeu o Grande Prémio de Honra do “ XV Festival du Dessin Humoristique” de Anglet, França, em 1993, e o Prémio Internazional Sátira Politica ( ex-aequo), em Forte dei Marmi, Itália, em 2002, e o Grande Prémio Stuart Carvalhais, Portugal em 2005. Presidiu ao júri da 2ª edição do World Press Cartoon, salão de que é director.

  • Aris Malandrakis

    O MELHOR DOS CARTOONISTAS ”Foi com imenso prazer que participei como membro do júri na 2.ª edição do World Press Cartoon. O prazer não se limita ao acolhimento caloroso com que fui recebido pela representação portuguesa e pelos outros membros do júri (que ainda hoje recordo com amizade). Foi, principalmente, pela própria essência do World Press Cartoon, que funciona como um depósito do melhor trabalho de cartoonistas profissionais de todo o mundo. Examinar todos aqueles trabalhos brilhantes a concurso, que foram publicados no ano passado em centenas de jornais e revistas em tantos e tão diferentes países e línguas, proporcionou-me o maior dos prazeres que um leitor pode obter da leitura de um jornal. Estas obras são o espelho fiel do ano conturbado de 2005. Do meu ponto de vista, este facto foi particularmente evidente quando fui levado para uma sala onde todos os cartoons editoriais, caricaturas e desenhos de humor se encontravam todos juntos, à espera das nossas deliberações e votos. Ao ver todas aquelas perspectivas humorísticas, “risonhas” sobre as notícias do passado recente, senti uma estranha impressão, como se de um diário ilustrado, global se tratasse e, eu ali a observar os notáveis e os acontecimentos que eles notabilizaram. Por outras palavras, tinha à minha frente o sumário satírico de todo o ano que nos conduziu ao “próximo capítulo”, que hoje vivemos e viveremos através dos acontecimentos deste ano. De facto, esta extraordinária exposição, que vão ter a oportunidade de ver, abre a verdadeira janela para um melhor entendimento do mundo de hoje”.

    Editor de cartoons da revista “9”, suplemento do principal jornal grego Elefthterotypia. Curador de várias exposições de cartoons, de que destacamos: “Sátira Grega Moderna” no âmbito do Prémio de Sátira Politica em Forte dei Marmi, Itália; retrospectiva “Cartoons Gregos durante a 2ªGuerra Mundial” apresentada em várias cidades gregas, no Museu da Sátira em Forte dei Marmi e na Embaixada da Grécia em Roma; “Bola de Papel - O Jogo de Futebol em Cartoons” realizada no Estádio Olímpico de Tessalónica. É também produtor e apresentador de rádio e televisão, responsável pelo programa “Zig-Zag in Comics” no 2º canal estatal de rádio e, de várias retrospectivas da história dos cartoons e da banda desenhada no 2º canal televisivo do estado e no canal privado Seven X. Escreveu também o livro “Lendas do Papel” - História das edições gregas de banda desenhada e cartoons no período de 1940/70.

  • Marlene Pohle

    PRAZER E RISO ESPONTÂNEO “Fazer parte de um júri internacional de desenhos de humor tem sempre, pelo menos dois grandes desafios: a expectativa de reencontrar-se com colegas amigos ou de conhecer outros novos, unido ao fascínio de descobrir um pais ou cidade e hábitos diferentes. O outro desafio é o da grande responsabilidade de eleger o melhor cartoon entre mil ou dois mil. Sabemos que é impossível ser absolutamente justo, mas o que foi fascinante foi sentir que durante a selecção do World Press Cartoon cada um de nós deu o melhor de si para realizar um trabalho consciente e honesto. Dispor de três dias para a selecção (um para caricaturas, outro para cartoons editoriais e o terceiro para desenhos de humor) foi um verdadeiro luxo, que aproveitámos para discutir as obras, já que nem sempre estávamos todos de acordo. Isto é o que mais apreciei neste júri, o ter podido discutir - amistosamente mas em consciência - sobre todas as obras seleccionadas. A título pessoal gostaria muito que este concurso se difundisse mais a nível internacional, para que nos próximos certames vejamos representados um maior número de países. O facto de este ano a maioria dos vencedores terem sido colegas latino- -americanos, a mim, como argentina me honra, mas foi pura casualidade. Ou terá sido antes, porque houve uma maior percentagem de participantes latino-americanos. Muito gratificante foi a ver a boa qualidade e o grande profissionalismo das obras, a que devo juntar um terceiro desafio ao meu ponto de vista: os momentos de prazer e de espontâneos risos que passámos nestes três dias olhando e estudando os cartoons, o que me confirma uma vez mais que nós, os desenhadores de humor temos o melhor trabalho do mundo.”

    Começou a desenhar na Revista Hortensia em 1984, em Córdoba, Argentina. Desde 1992 a viver na Alemanha colaborou na Nebelspalter, Feconews e Don Quichotte entre outros. Participou em júris de vários Festivais de Desenho de Humor na Bélgica, Alemanha, Cuba, Turquia, Espanha, Republica Checa, Itália, Turquia, Portugal e França. Em 1996, foi membro fundador da FECO Alemanha, de que é nomeada Presidente. Desde Julho de 2005 é Presidente Geral da FECO (Federation of Cartoonists Organisations). Ganhou entre outros prémios: o 1ºPrémio Curuxa Gráfica do Museo de Humor de Fene, Espanha (2000), e o 1ºPrémio Cartoonfestival Deventer, Holanda (2003) e o Prémio do 24º Salon d'Humor et de Dessin de Presse, St Just-le-Martel, França (2005).

  • Martyn Turner

    NÃO SE PODE AGRADAR A TODOS “Achei o processo de avaliação de cerca de 2.000 cartoons simultaneamente excitante e perturbante (mas fiz o meu melhor para não o revelar!). Excitante, porque a qualidade de algumas das obras, fez-me prometer a mim próprio que voltaria para casa determinado a fazer melhor o meu próprio trabalho. E perturbante, porque penso que é praticamente impossível avaliar um cartoon em relação a outro. Como é que se consegue avaliar o trabalho de alguém que levou vários dias a ilustrar um tema político a cores contra alguém que teve uma ideia brilhante e apenas 20 minutos para a concretizar? Contudo, através de um processo de discussão aberta, debate acalorado e alguns sermões pelo membro mais forte do júri (para não mencionar os braços-de-ferro), chegámos a algumas conclusões com as quais conseguimos viver felizes. Mas, como todo o processo artístico, a importância da obra está intimamente ligada à sua própria criação e não à opinião dos outros. Logo, a todos os caricaturistas em qualquer ponto do globo, debruçados sobre a sua mesa de trabalho com uma folha de papel em branco à sua frente, eu lembraria as palavras de Ricky Nelson, o cantor pop norte- -americano: “You can't please everyone, so you´ve just got to please yourself” (“como não podem agradar a toda a gente, agradem a vocês próprios”).

    Martyn Turner foi até 1976 co-editor da revista premiada Fortnightda Irlanda do Norte, quando decidiu contribuir diariamente com cartoons políticos para o Irish Times. Ainda o continua a fazer após 30 anos, além da sua contribuição semanal para um jornal de domingo do Reino Unido. Nas últimas 3 décadas recebeu inúmeros prémios tanto nacionais como internacionais, incluindo ter recebido a distinção de ser o único caricaturista a ser nomeado “Comentador do Ano” nos Irish Press Awards. Recebeu dois doutoramentos honorários de universidades irlandesas pela sua obra nas áreas da sátira e da política. A sua 17.ª colecção de cartoons será publicada em Outubro deste ano.

  • Odile Conseil

    DESENHO DE IMPRENSA, LINGUAGEM UNIVERSAL “Ser membro do júri do World Press Cartoon foi para mim uma experiência extremamente gratificante e interessante. Gratificante porque passar uns dias a ver centenas de desenhos vindos de todo o mundo não é propriamente um sacrifício, muito pelo contrário. Ainda que a obrigação de seleccionar os melhores se possa mostrar um verdadeiro combate: dentro de nós mesmos e com os outros membros do júri. Interessante porque este trabalho e este catálogo e esta exposição provariam, se ainda fosse preciso, que o desenho de imprensa é uma linguagem universal. Os cartoonistas da China, da Holanda ou do Brasil têm muito mais em comum entre si do que os jornalistas que trabalham com a palavra. E por isso mesmo se podem dirigir a um público muito mais vasto. Poucas palavras e tanto sentido! Reunidos para atribuir os prémios deste World Press Cartoon no momento em que uma parte do mundo muçulmano se enraivecia na sequência da publicação de doze desenhos representando Maomé, pudemos verificar nesta oportunidade até que ponto o desenho de imprensa pode ter impacte mesmo que se trate, no caso, de desenhos instrumentalizados por más razões. Será um acaso que um dos desenhos premiados pelo nosso júri, do franco-holandês Willelm, faça troça abertamente da Igreja Católica? Este desenho, pertinente e impertinente, fez-nos rir. Sinal de boa saúde, mental e democrática. Como nos poderiam ter feito rir os desenhos de Maomé. Este World Press Cartoon confirma, com oportunidade, que o papel do desenhador de imprensa consiste em tocar com o seu lápis lá onde as cócegas se sentem... E até onde, a alguns, faz mesmo doer. Em dois anos, o World Press Cartoon mostrou seriedade, sorrindo. E profissionalismo. Nos anos próximos confirmará o seu carácter internacional. Para já, recorda-nos que um bom desenho de imprensa faz reagir, faz reflectir, E rir, claro.” O.

    Odile Conseil é jornalista. Trabalha para o semanário francês Courrier International desde 1992, tendo sido responsável por diversas editorias: economia, tecnologia, França e sociedade. Tem uma paixão pelos cartoons desde 1999, quando comissariou a primeira exposição de cartoon editorial promovida pelo Courrier International. É hoje responsável pela agência criada pelo Courrier International para a publicação de cartoons em jornais e outros meios de França e da Europa.

  • Alfredo Sábat

    Alfredo Sábat

    Silent Tsunami

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  • André Carrilho

    André Carrilho

    Berlusconi

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  • Angel Boligán Corbo

    Angel Boligán Corbo

    The Deceit

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  • Dalcio Machado

    Dalcio Machado

    Lennon

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  • Eduardo Baptistão

    Eduardo Baptistão

    Pope Benedict XVII

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  • Michael Kountouris

    Michael Kountouris

    Untitled

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  • Tom Janssen

    Tom Janssen

    Subway to Paradise

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  • Willem

    Willem

    untitled

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  • Valentin Druzhinin

    Valentin Druzhinin

    Untitled

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