WPC 2009

World Press Cartoon 2009

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  • 1st prize - Rogelio Naranjo Ureña

    Grand Prix

    In The Same Ship

    México

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  • 1st prize - Osmani Simanca

    Gag

    Punk Fish

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  • 2st prize - Géza Hala'sz

    Gag

    untitled

    Hungria

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  • 3st prize - Florin Balaban

    Gag

    untitled

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  • 1st prize - André Carrilho

    Caricature

    Ahmadinejad

    Portugal

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  • 2st prize - Javier C.Alfonso & Sara Rojo

    Caricature

    Sarkozy

    Espanha

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  • 3st prize - Eduardo Baptistão

    Caricature

    Cortázan

    Brasil

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  • 1st prize - Rogelio Naranjo Ureña

    Editorial

    In The Same Ship

    México

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  • 2st prize - Tom Janssen

    Editorial

    Wall Street

    Países Baixos (Holanda)

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  • 3st prize - Toro Borkovic

    Editorial

    Krisis Ekonomi

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  • Adam Korpak

    Quero agradecer calorosamente aos meus amigos António Antunes e Rui Paulo da Cruz que conseguiram tornar este nosso trabalho de júri muito estimulante e seguramente muito mais fácil. Também foi uma experiência muito gratificante ter tido a oportunidade de trabalhar com os outros membros do júri (Sophie-Anne Delhomme, Steve Brodner e Aristides Hernandez). Apesar da diversidade das nossas culturas, já que todos viemos de partes muito diferentes do mundo, revelou-se possível criar laços de estima e amizade num curto espaço de tempo. Agora que o nosso trabalho colectivo está concluído, cada um de nós pode voltar ao seu próprio trabalho. Sabendo que os objectivos foram cumpridos. Devo saudar calorosamente os participantes que vão receber estes prestigiados troféus. Estou muito feliz porque eu próprio levo comigo um punhado de muito boas recordações e a amizade de todos aqueles que conheci ao longo destes dias de trabalho em comum no World Press Cartoon. Os cartoons de todo o mundo partilham um mesmo objectivo, ainda que os artistas se expressem de formas bem diversas. Eu diria que cartoonistas com habilidade e talento têm o poder das pequenas gotas de água que, pela acção persistente, fazem fracturar a pedras mais duras.

    Adam Korpak nasceu na Polónia, em Cracóvia. Vive e trabalha na ilha de Kimito, situada no sul da Finlândia. Entre 1968 e 1975 estudou Arquitectura e Design Industrial na Academia de Belas Artes de Cracóvia, onde foi professor. Trabalhou como arquitecto entre 1974 e 1977, tendo depois montado um atelier de criação gráfica. Desde 1986 que produz ilustrações para o maior jornal finlandês, o Helsigin Sanomat, tendo trabalhado igualmente como ilustrador para quase todas as editoras e jornais da Finlândia. Participou em mostras de desenho, pintura e design gráfico em muitos países de vários continentes: Finlândia, Suécia, Noruega, Holanda, Itália, Suíça, Polónia, Japão e EUA. Foi distinguido com muitos prémios: Forte dei Marmi, Itália (2002); Bienal do Humor, Tolentino, Itália (2005); Grand Prix Satyrykon Legnica 2007, Polónia; Gallarate, Itália (2007). Integra diversas organizações internacionais: ICOGRADA, as associações de artistas plásticos finlandesas Kuvittaja e Grafia e a Associação de Artistas Polacos, ZPAP.

  • António Antunes

    Numa altura em que a crise espreita por todos os lados – e em que cada sector tem a sua crise particular – a imprensa escrita não foge à regra, debatendo-se também ela com a sua própria crise. Esmagada entre a televisão, os gratuitos e, sobretudo, a internet, a imprensa passa momentos difíceis. Nesta conjuntura, a pressão sobre jornais e revistas leva a que "os elos mais fracos" se partam e, entre eles, encontramos o desenho de humor. Passámos também a ter a nossa própria crise: redução do espaço reservado ao cartoon, exclusão de cartoonistas e recrudescimento da censura nos mais variados matizes. O desenho de humor de imprensa, agora sob esta renovada pressão, tem sido quase sempre confinado a duas periferias – a das artes gráficas e a do jornalismo – como parceiro menor, apesar dos seus heróis: de Daumier a Steinberg, de Levine a Ralph Steadman. Num tempo assim, de algum desencanto e pessimismo, o World Press Cartoon continua, uma vez mais, pautado por júris de reconhecido mérito, premiando cartoons de grande qualidade, homenageando os seus autores, mostrando ao mundo a pujança do desenho humorístico de imprensa de todos os cantos do planeta, fazendo coexistir no seu seio diferentes estilos e culturas, num elogio à liberdade de imprensa, reafirmando, assim, a excelência do seu projecto. O World Press Cartoon é agora, do meu ponto de vista, mais que um evento necessário, um evento indispensável.

    António Antunes publicou os seus primeiros cartoons no diário lisboeta "República" em Março de 1974. No final desse ano ingressou no semanário "Expresso" onde continua a publicar os seus trabalhos. Recebeu, entre outros prémios: Grande Prémio do XXth International Salon of Cartoons (Montreal, Canadá, 1983); 1º Prémio de Cartoon Editorial do XXlllth International Salon of Cartoons (Montreal, Canadá,1986); Grande Prémio de Honra do XV Festival du Dessin Humoristique (Anglet,França,1993); Prémio de Excelência Best Newspaper Design (SND, Estocolmo, Suécia,1995); Prémio Internacional de Sátira Politica (ex-aequo, Forte dei Marmi, Itália, 2002); Grande Prémio Stuart Carvalhais (Lisboa, Portugal, 2005); Prémio Cartoon/Caricatura Stuart Carvalhais (Lisboa, Portugal, 2007). Realizou exposições individuais em Portugal, Brasil, Macau, Alemanha, Espanha, França e Luxemburgo. Participou em júris de salões de cartoon em Portugal, Brasil e Grécia. Para além do cartoon desenvolve também actividade nas áreas de Design Gráfico, Escultura e Medalhística. Presidiu ao júri da 5ª edição do World Press Cartoon, salão de que é director desde a fundação.

  • Aristides E. Hernandez

    Num curto espaço de tempo, o World Press Cartoon conseguiu situar-se como um dos mais importantes eventos de humor gráfico que se realizam no Mundo. Os organizadores decidiram levar muito a sério o tema do humor! E essa é a razão porque o evento apresenta múltiplas virtudes, desde o rigor da organização até à qualidade dos trabalhos aquí premiados, obras que são do melhor que se faz nos nossos dias em matéria de desenho de humor. Os meus votos são de que possamos ter a sorte e a honra de usufruir por muito tempo deste World Press Cartoon, para bem da nossa arte.

    Aristides E. Hernandez, Ares, nasceu na cidade de Havana em 1963. É licenciado em medicina, com especialização em psiquiatria. Publicou o seu primeiro cartoon em 1984 e os seus trabalhos têm sido reproduzidos em publicações de numerosos países. Trabalha também com ilustração e pintura, tendo colaborado em projectos de cinema de animação. Ares tem publicados dezasseis livros e ilustrou maiss de cinquenta. É o caricaturista cubano com maior número de galardões internacionais (75). Actualmente trabalha em Havana como artista free lance e é vice-presidente da Associação de Artistas Plásticos da União de Escritores e Artistas de Cuba (UNEAC). No ano de 2002, recebeu no seu país a “Distinção pela Cultura Nacional“ uma homenagem do Ministro da Cultura de Cuba.

  • Sophie-Anne Delhomme

    O cartoon é uma língua. E o milagre do World Press Cartoon é o de revelar, com enorme força, pela quinta vez consecutiva, o quanto esta língua é universal. O júri tinha a impossível tarefa de seleccionar, entre 400 desenhos, aquele que transmitisse num primeiro olhar imediato a mais penetrante das mensagens, compondo a melhor aliança entre a forma e o conteúdo. Tarefa impossível porque, provenientes de todos os continentes e sob as mais diversas formas, cada um desses desenhos propunham a conjugação ideal. Ao pormenorizar todas essas hipóteses de alfabetos caligráficos, frases visuais e parágrafos figurativos, tomei profunda consciência do intrínseco valor do cartoon. Neste aspecto, deplorei ainda mais que o cartoon continue a ser considerado tantas vezes algo negligenciável. São muitos, aqueles que pensam que não os podemos levar a sério – porque frequentemente divertidos, por parecerem fáceis de fazer (!), ou estar mesmo a ver-se que não é nada... A meus olhos, trata-se de uma alquimia superior que permite tecer com cada ser humano a comunicação que o desconhecimento das línguas dificulta. Com efeito, pela graça e pela diversidade dos seus autores, o desenho entrega níveis subtis de leitura e utiliza uma gama de matizes que lhe permite exprimir problemáticas complexas, locais ou gerais, políticas, económicas, sociais. O cartoon é vector de informação, comentador, crítico, revelador de consciência (s). Afirmo, pois, à luz destes dias em Sintra em companhia do júri esclarecido com o qual tive a oportunidade de colaborar, que nestes tempos de mundialização perigosa, o cartoon é a língua do futuro, o cimento futuro da nossa civilização em mudança.

    Sophie-Anne Delhomme é Directora de Arte da revista semanal francesa Courrier International desde 1999. Estudante de Roman Cieslewicz e graduada pela Ecole Supérieure d’Arts Graphiques em Paris, tem também uma pós-graduação MA em Imagem & TI da Ecole Nationale Supérieure des Arts Decoratifs em Paris. Como Directora deArte, colaborou também com o Le Monde, Télérama, e com a revista de culto L'Autre Journal.

  • Steve Brodner

    Os trabalhos expostos na colecção deste ano representam um excelente exemplo das questões que são no mundo de hoje mais urgentes e constrangedoras... e concebidos nos estilos de arte e formas de pensar que representam as actuais tendências dos cartoons. Vivemos em tempo eclético. “Tudo é válido” na(s) nossa(s) cultura(s). E temos sorte por ser assim, pois que somos livres para abraçar a diversidade de expressão a muitos níveis. A mostra do World Press é disso um bom exemplo e progride de forma única, séria e extremamente valiosa. Os leitores deste catálogo e, de igual modo, todos os caricaturistas e cartoonistas deverão ter consciência de quão marcante é para os membros do júri que participaram nesta edição. Tratou-se de um desafio profissional, à altura do qual esperamos ter conseguido estar.

    Steve Brodner é ilustrador satírico há 30 anos. Nasceu em Brooklyn, Nova Iorque, em 1954. Após graduação na Cooper Union, em 1976 conseguiu emprego como cartoonista num pequeno jornal, o Hudson Dispatch, em Union City, Nova Jérsia. Em 1977, o The New York Times Book Review começou a encomendar-lhe alguns trabalhos de ilustração, o que lançou a sua carreira como ‘freelance’. Entre 1979 e 1982, publicou o seu próprio jornal, o The New York Illustrated News. Em 1981 tornou-se colaborador regular para a revista Harper’s com o espaço mensal “Ars Politica”. Na década de 80, mais revistas pediram a sua colaboração regular, entre elas, National Lampoon, Sports Illustrated, Playboy e Spy. Em 1988 a Esquire recrutou-o como artista residente não oficial. Foi aqui que fez desenhos, caricaturas, jornalismo cultural e um cartoon político na contra-capa, o “Adversaria”. As suas caricaturas da cultura pop e política têm aparecido em todas as grandes publicações dos Estados-Unidos.

  • André Carrilho

    André Carrilho

    Ahmadinejad

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  • Eduardo Baptistão

    Eduardo Baptistão

    Cortázan

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  • Osmani Simanca

    Osmani Simanca

    Punk Fish

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  • Florin Balaban

    Florin Balaban

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  • Géza Hala'sz

    Géza Hala'sz

    untitled

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  • Javier C.Alfonso & Sara Rojo

    Javier C.Alfonso & Sara Rojo

    Sarkozy

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  • Tom Janssen

    Tom Janssen

    Wall Street

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  • Toro Borkovic

    Toro Borkovic

    Krisis Ekonomi

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